14.9.15

Bienal do Livro 2015


Do dia 3 ao dia 13 ocorreu aqui no Rio a Bienal do Livro, um evento muito aguardado pelos amantes da literatura, e como eu me encaixo nessa divisão, contei os segundos para chegar os dias que escolhi ir.

Meu primeiro dia na Bienal foi na sexta dia 11. Escolhi esse dia porque uma amiga minha ia vir para o Rio e ela ama a Isabela Freitas, mas como aconteceu uns imprevistos e ela não veio, fui para fazer muitas compras e conhecer o local antes de domingo.

Cheguei na Bienal assim que os portões abriram o que me possibilitou ver alguns estandes com mais liberdade (vai chegando de tarde o local enche). Entrei nas editoras que mais conhecia e fui vendo os preços dos livros que mais queria. Infelizmente, os livros mais desejados por mim não estavam com um preço tão bom quanto eu esperava, mas pude conhecer alguns títulos novos que já entraram na minha lista do skoob.

Como eu não sabia se podia levar alimentos, deixei para comer lá e me arrependi profundamente. Os preços das comidas eram um absurdo! É claro que não ia cometer o mesmo erro de novo, então levei tudo de casa para meu segundo dia.

No domingo, o dia foi mais calmo. Já havia comprado o que eu queria e não me preocupei muito com o lugar que estava indo. Deixei minha mãe guiar, que ela estava empolgada para voltar a ler e queria livros novos.


Depois das compras, chegou a parte que eu mais estava esperando: Josh Malerman. Assim que vi que o autor de Caixa de Pássaros (tem resenha no blog) ia vir, eu corri para comprar meu ingresso. Esse livro me fez ver um gênero que eu nunca havia considerado antes e me encantou de uma forma que só quem leu sabe a sensação. 

O autor veio para dois eventos: bate-papo e sessão de autógrafos.

O bate-papo aconteceu antes no Cubovoxes - um auditório da Bienal - e levou 1 hora. Durante esse tempo, as pessoas que pegaram as senhas puderam fazer perguntas para ele. Como muita gente ficou de fora, falei das mais importantes abaixo:
  • Josh já está escrevendo seu segundo livro e também é de terror;
  • Ele não descarta a ideia de escrever uma continuação, mas isso é algo mais para a frente;
  • A Universal comprou os direitos autorais para transformar o livro Caixa de Pássaros em um filme!
Depois de todas essas novidades para os fãs que não conseguiram senha ou não puderam ir, vamos para a sessão de autógrafos.

Sai do bate-papo e corri para o estande da Intrínseca - local dos autógrafos - para conseguir um lugar entre os primeiros. Erro meu. Cheguei lá e a fila estava gigante! Estava quase dando uma volta completa no estande. O início da sessão estava previsto para começar às 18h e terminar às 20h, mas ele começou a autografar às 17h.

Apesar dele ter começado mais cedo, meu medo de chegar 20h e ele ir embora sem me dar autógrafo era gigante, mas ele ficou lá até o último da fila (tem uma hora que eles "fecham" a fila e ninguém mais entra). Ele foi super simpático, conversou com quem entrava e assinou muito mais que o nome dele. 


O único ponto negativo foi que tinha muita gente furando fila. Quando a menina que estava na minha frente foi falar com os funcionários da Intrínseca eles simplesmente disseram que isso não era problema deles. Ou seja, nós da fila que não deveríamos deixar ninguém entrar, mas não foi o que aconteceu e eu acabei ficando 3 horas na fila - que valeram muito a pena, confesso.

Essa não foi a minha primeira Bienal, mas como não aproveitei nada na anterior, eu senti que era a primeira vez. Não tive nenhum problema no local - com exceção de algumas pessoas que esqueceram a educação em casa - apesar de ver alguns reclamando da organização. 

Os preços dos livros variam muito e depende da editora também. Alguns livros estavam bem baratos, mas tinha alguns títulos que só valem a pena comprar pela internet. 

Estou muito ansiosa para a próxima edição e já estou juntando dinheiro para fazer como alguns lá e sair de lá com uma mala cheia de livros. 

Se você foi na Bienal, deixe nos comentários quantos livros você comprou e o que achou dos preços ;)

4 comentários:

  1. Jéssica, que sonho esse autógrafo. Eu gostei muito dessa bienal. Eu curti cada momento. Não peguei autógrafos de nenhum autor internacional. Peguei autógrafos da Janaina Rico e da Babi Dewet lindas por sinal.
    Eu fiz um post desse no meu blog. Vou deixar o link para você dar uma passada lá ;)

    E eu tenho o mesmo desejo que você, sair de lá com A MALA rs

    Beijinhos

    http://casinhadaliteratura.blogspot.com.br/2015/09/especial-bienal-internacional-do-livro.html

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    1. Estava doida para pegar o autógrafo da Babi Dewet, mas achei que as filas estariam enormes e nem tentei. Meus dias na Bienal foram tão corridos que se eu tivesse feito algo diferente, teria dado tudo errado hahahaha

      Vou acessar o seu blog para ver. Já, já você vai ver meu comentário por lá XD

      Beijos :*

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  2. Oi querida, eu disse que voltava para ler...Muito legal eu tinha lido que esse autor estaria por lá mas acabei esquecendo e como a programação oficial deles estava bem falha me passei mesmo...Ouvi tanto falar desse livro que gostaria de ter pego meu autografo com ele também, mas vai ficar para uma próxima. Pena que não nos encontramos realmente mas quem sabe em uma proxima.
    Beijos
    Raquel Machado
    Leitura Kriativa

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    1. Como ele disse que estava escrevendo outro livro é bem provável que ele volte. O livro é muito bom, se puder leia! Se tudo der certo, ainda teremos muitas Bienais para nos encontrarmos ;)

      Beijos, Jessica :*

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